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KingOfGame
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Pass là KingGunny nhé ^^!
P/s : Ngày mai admin sẽ send đồ cho các bạn nhé
:D Like lun đê còn gì phải chờ :D
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๖ۣۜSho๖ۣۜK_๖ۣۜCut๖ۣۜE
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A ADM ơi a có thể cho e cái vk đc ko a .giờ e chỉ mong đc cái vk thôi nếu e a đồng ý sen cho e cái nha TK :Dhok_cute .hihihi :D
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killme148
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mod cho xin cái torterra +15
khí phách hoàng tộc +15
áo giáp mithias +15
legend ares
Tài khoản: killme148007
Tên nhân vật: F.LI.C.K
TKs mod
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๖ۣۜSho๖ۣۜK_๖ۣۜCut๖ۣۜE
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A ADM ơi a có thể cho e cái vk+15 dc ko a .e xin a đó .cho e 1 cái thôi nha a ADM .hihihi :X
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๖ۣۜSho๖ۣۜK_๖ۣۜCut๖ۣۜE
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giờ e chảng còn .chỉ còn lại cái thân này .ních gunny thì mất hết .nên giờ chơi chán quá đi . =((
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๖ۣۜSho๖ۣۜK_๖ۣۜCut๖ۣۜE
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ních thì cùi quá cũng chán .víp quá cũng bị khóa .ko pk làm sao chơi nữa đây .A ADM ơi .e mong a đừng khóa ác e tội e a ơi .giờ ních chẳng còn gì nữa hết .tạo lại ních mơi chơi mak chẳng có đồ gì .a cho e cái vk+15 đc ko a ADM :D
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ha29101998
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Adm ơi senđ cho em LENGEND-toreta em like rùi nhà tên nhân vật là HàXjnhYêuCk
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thanhvinhngole
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ADM oi cho em cai LENGEND-toreta .Neu co cai nhan cong thu +1000 thi cang tot nha!
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thanhvinhngole
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A ADM ơi e chỉ mong a ra cái VK LENGEND-toreta.neu co cai nhan cong thu +1000 thi cang tot .TK:thanhvinhngole .NV:IloveNangNgok.EM cam on anh nhieu
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vipquang98
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A ADM ơi a cho e LENGEBD - toreta nếu có 2 cái nhẫn công 1k thì càng tốt. E tks a nhìu.
TK : vipquang98
NV : vipquang98
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ha29101998
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cái trang này bảo trì rồi còn đâu
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teenvip1092
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admin ơi sao sau khi bán được cái long thượng chiến nhặt ở phó bản song e đem di bán. được 999999999 xu nhận xu song thi bị âm tiền la sao.
tên tài khoan?: teenvip1092
tên nv: trunganh
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teenvip1092
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mong amin giup làm dương số xu hiện có ak.
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nghiark
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die rồi hay gì vậy mấy bạn
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LordOfDeath
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Gunny này giờ thành MU rồi
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thangpro99
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admin send cho mình cái legend - torerta, co cặp nhẫn công thủ 1k càng tốt và một cái vip ts +15 nhé .hj tài khoản là: thangpro99
mình like rồi nhé!
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xxpauloxd80
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Luiz Gonzaga
Músico brasileiro
Biografia de Luiz Gonzaga:


Luiz Gonzaga (1912-1989) foi músico brasileiro. Sanfoneiro, cantor e compositor, recebeu o título de "Rei do Baião". Foi responsável pela valorização dos ritmos nordestinos, levou o baião, o xote e o xaxado, para todo o país. A música "Asa Branca" feita em parceria com Humberto Teixeira, gravada por Luiz Gonzaga no dia 3 de março de 1947, virou hino do nordeste brasileiro.

Luiz Gonzaga (1912-1989) nasceu na Fazenda Caiçara, em Exu, sertão de Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912. Filho de Januário José dos Santos, o mestre Januário, "sanfoneiro de 8 baixos" e Ana Batista de Jesus. O casal teve oito filhos. Luiz Gonzaga desde menino já tocava sanfona. Aos 13 anos, com dinheiro emprestado compra sua primeira sanfona.

Em 1929, por causa de um namoro, proibido pela família da moça, Luiz Gonzaga foge para a cidade de Crato no Ceará. Em 1930 vai para Fortaleza, onde entra para o exército. Com a Revolução de 30 viaja pelo país. Em 1933, servindo em Minas Gerais, é reprovado num concurso de músico para o exército, passa a ser o corneteiro da tropa. Tem aulas de sanfona com o soldado Domingos Ambrósio.

Luiz Gonzaga deixa o exército, depois de nove anos sem dar notícias à família. Foi para o Rio de Janeiro e passou a se apresentar em bares, cabarés e programas de calouros. Em 1940 participa do programa de Calouros da Rádio Tupi e ganha o primeiro lugar, com a música "Vira e Mexe".

Tocando como sanfoneiro da dupla Genésio Arruda e Januário, é descoberto e levado pela gravadora RCA Vitor, a gravar seu primeiro disco. O sucesso foi rápido, vários outro discos foram gravados, mas só em 11 de abril de 1945 grava seu primeiro disco como sanfoneiro e cantor, com a música "Dança Mariquinha". Em 23 de setembro nasce seu filho Gonzaguinha, fruto do relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Nesse mesmo ano conhece o parceiro Humberto Teixeira.

Depois de 16 anos Luiz volta para sua terra natal. Vai ao Recife e se apresenta em vários programas de rádio. Em 1947 grava "Asa Branca", feita em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948 casa-se com a cantora Helena Cavalcanti. Em 1949 leva sua família para morar no Rio de Janeiro. As parcerias com Humberto Teixeira e com Zédantas rendeu muitas músicas. Gonzaga e seu conjunto se apresentam em várias partes do país.

Em 1980, Luiz Gonzaga canta para o Papa Paulo II, em Fortaleza. Canta em París a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. Recebe o prêmio Nipper de ouro e dois discos de ouro pelo disco "Sanfoneiro Macho". Em 1988 se separa de Helena e assume o relacionamento com Edelzita Rabelo.

Luiz Gonzaga é internado no Recife, no Hospital Santa Joana, no dia 21 de junho de 1989, e no dia 2 de agosto falece.

Em 2012, se comemora 100 anos do nascimento de Luiz Gonzaga. É lançado o filme "De Pai Para Filho", narrando a relação entre Gonzaga e Gonzaguinha. O artista recebe várias homenagens em todo o país.

Sucessos de Luiz Gonzaga
Asa Branca
Luar do Sertão
Súplica Cearense
A Feira de Caruaru
No Meu pé de Serra
A Triste Partida
Assum Preto
Olha Pró Céu
Balance Eu
Paraíba
Pau de Arara
Cintura Fina
Danado de Bom
Riacho do Navio
Xote das Meninas
No Ceará Não Tem Disso Não
Numa Sala de Reboco
Respeita Januário
Pagode Russo
Último Pau de Arara
O Fole Roncou
Zé Matuto
Dezessete e Setecentos
Dança Mariquinha
Baião de Dois
ABC do Sertão
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xxpauloxd101
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dsadasddsvfgffgdf
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xxpauloxd101
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maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples
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Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples
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o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples
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o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples colocar em “pratos limpos”. Se você diz que a gente não sabe o valor que cada um tem pro outro, agora você sabe o valor que te dou. Mas olha, depois disso você pode achar que é uma coisa, mas no fundo é algo completamente diferente. Repito, não confunda tudo.
Onde fui me meter... era tudo bem mais fácil quando eu conseguia fingir que era besteira da minha cabeça.

E mesmo sem saber se você vai ler isso ou não (acho que vai), essas palavras pedem pra sair de mim, e chega a doer quando ficam presas. Por isso escrevo. E ta aí tudo o que eu queria te dizer há muito tempo, mas me faltava um pouco coragem.
Tem muita coisa ainda a ser dita, mas essas eu guardo pra mim. Porque conversar comigo mesma é bem mais fácil, porque pelo menos não dou corda naquilo que quero que fique bem escondido.

Bom resto de semana.
(e agora me sinto uma completa idiota por tudo o que disse. Menos mal que os comentários tão fechados).
o maior texto do mundo. (não leia)

Como é mais fácil sobreviver com um sentimento sozinho, não é? Pois quando ele é, de certa forma (e mesmo que de maneira BEM diferente) correspondido, a gente fica sem saber o que fazer. E lá se vão as forças, e o “deixar pra lᔠse torna mais complicado. Pois não se trata apenas do teu sentimento em relação a uma coisa, mas sim o de duas pessoas. Por isso que dizia sempre que preferia que fosse só eu vendo tudo isso. Porque apesar de toda minha face rejection junkie, seria menos pior pra dizer “basta”, e colocar um ponto final. Entende, agora?
Eu sei que não deveria falar disso, ainda mais aqui, mas às vezes sinto necessidade disso. E não exatamente de falar da gente, mas sim de como fica essa situação em que eu me coloquei. Sim, eu. Porque por incrível que pareça, você não tem tanta culpa nisso. Apesar de ser o primeiro a tocar no assunto mesmo quando eu me seguro pra não falar nada, a única pessoa aqui a pensar e calcular isso tudo sou eu. Eu que toco no teu nome quase todo dia. Seja porque lembrei de ti por uma besteira mínima, ou porque me perguntam, ou porque sai sem querer. Por isso digo que a maneira é bem diferente. Mas já ta virando praxe eu dizer que não cobro nada de ninguém. Não cobro mesmo. Só sinto necessidade de falar (escrever, no caso). Porque quando penso nessa confusão toda que caiu de pára-quedas nos meus dias, fico brava por não ter mais força alguma pra negar e dizer que não existe.
Aí, o que me resta fazer? Absolutamente nada. Não adianta querer nada, porque o que poderia ser, não vai ser. Não da forma que eu gostaria, nem da que você imagina. Nunca acreditei em finais felizes, não é agora que vou passar a acreditar. E por mais que eu queria muito colocar um ponto final nisso e poupar tempo e neurônios, não consigo. O meu lado que sente sempre fala mais alto. E me deixa desarmada na tua frente, sem saber o que fazer. E o fim induzido doeria muito mais que o fim natural, e acredite, mais que pode ousar doer agora. Então não faço nada, não há nada a ser feito. Só respiro fundo, continuo caminhando nessa “estrada” que me jogaram, fico mais puta ainda pela situação e torço pra que vire o tal “sentimento sozinho”. Porque assim pelo menos eu consigo me sentir menos pior, sabendo que não to atrapalhando nada, que não to sendo um peso na vida de ninguém. Repito incansavelmente que não sou palhaça. Pensa bem. Diferente do Ronaldinho, eu não sirvo pra ficar no banco de reservas. Já ocupei essa posição, e acredite, não rendi nem metade do que poderia render no tempo de jogo.
Não sou palhaça e não vou desperdiçar esses sentimentos toscos todos em uma besteira. Sigo sem fazer nada. E por favor, não confunda isso tudo. Eu não sou de desabafar assim, desse jeito. Não costumo falar sobre isso, e a ordem natural das coisas me faria fugir e negar tudo, mas não consigo mais. Esse é um dos assuntos que mais faz minha cabeça entrar em parafuso, e pra parar de matutar besteira, é mais simples
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LordOfDeath
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Thành MU rồi bác =))
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ukm k vô dc, có share ko cho link lên đi
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concet3
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Anh Admin send cho e cái legend - torerta+15, 2 nhan tan cong + 1 supper thien su nha anh nua nha anh. nhan vat la : Ceo1 thank anh truoc nha
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Game này còn chơi được không các bác :))
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